quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
Poema de Fernando Pessoa
" O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
Fernando Pessoa (1888-1935), poeta português.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Poesia nas séries iniciais
O menino quer um burrinho
para passear.
Um burrinho manso,
que não corra nem pule,
mas que saiba conversar.
O menino quer um burrinho
que saiba dizer
o nome dos rios,
das montanhas, das flores,
- de tudo o que aparecer.
O menino quer um burrinho
que saiba inventar histórias bonitas
com pessoas e bichos
e com barquinhos no mar.
E os dois sairão pelo mundo
que é como um jardim
apenas mais largo
e talvez mais comprido
e que não tenha fim.
(Quem souber de um burrinho desses,
pode escrever
para a Ruas das Casas,
Número das Portas,
ao Menino Azul que não sabe ler.)
Cecilia Meireles
ATIVIDADES:
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Ambientes Virtuais de Aprendizagem

domingo, 9 de maio de 2010
EDUCAÇÃO À DISTÂNCIA
quinta-feira, 6 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010
Informática Aplicada à Educação
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Poesia: um gênero textual importante até na Educação Infantil

Se as coisas fossem mães
Sylvia Orthof
Se a lua fosse mãe, seria mãe das estrelas, o céu seria sua casa, casa das estrelas belas.
Se a sereia fosse mãe, seria mãe dos peixinhos,O mar seria um jardim e os barcos seus caminhos.
Se a casa fosse mãe, seria a mãe das janelas,Conversaria com a lua sobre as crianças estrelas,Falaria de receitas, pastéis de vento, quindins,Emprestaria a cozinha pra lua fazer pudins!
Se a terra fosse mãe,
seria a mãe das sementes, pois mãe é tudo que abraça,
acha graça e ama a gente.
Se uma fada fosse mãe, seria mãe da alegria.Toda mãe é um pouco fada...
Nossa mãe fada seria.
Se uma bruxa fosse mãe, seria mamãe gozada: Seria mãe das vassouras, da família vassourada!
Se a chaleira fosse mãe, seria mãe da água fervida,Faria chá e remédio para as doenças da vida.
Se a mesa fosse mãe, as filhas sendo cadeiras, sentariam comportadas, teriam "boas maneiras".
Cada mãe é diferente: mãe verdadeira, ou postiça, mãe vovó e mãe titia, Maria, Filó, Francisca, Gertrudes, Malvina, Alice, toda mãe é como eu disse.
Dona Mamãe ralha e beija, erra, acerta, arruma a mesa,
cozinha, escreve, trabalha fora, ri, esquece,
lembra e chora, traz remédio e sobremesa...
Tem até pai que é "tipo mãe"... Esse então é uma beleza!
(in Se as coisas fossem mães, Sylvia Orthof,
Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro)
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
A AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO: um princípio básico para o sucesso

É natural do ser humano avaliar tudo e todos: o cardápio do restaurante; o amigo que chegou atrasado; o atendimento; a pessoa mal vestida ou a outra que exagerou nos brilhos; Tudo é motivo para críticas e avaliações. E se essa avaliação for positiva trataremos de uma forma, caso contrário, trataremos de outra. A avaliação humana é cruel e cheia de pré-conceitos que aprendemos desde crianças porque não procuramos conhecer o indivíduo antes de julgá-lo, simplesmente atribuímos à ele características satisfatórias ou não.
O professor também faz parte desse sistema, porém para ser um bom profissional deve se despir dessas avaliações errôneas que, muitas vezes, determinam o fracasso escolar da criança. Portanto, o profissional da educação tem que saber usar de forma adequada a avaliação de seus alunos.
Para Luckesi, “A avaliação só nos propiciará condições para a obtenção de uma melhor qualidade de vida se estiver assentada sobre a disposição para acolher, pois é a partir daí que podemos construir qualquer coisa que seja.”. O professor tem que estar disposto a transformar a realidade do seu aluno, mas primeiro terá que aceitá-la do jeito em que se encontra. Ao acolher essa criança está dando uma chance de mudança, apresentando novos caminhos construirá, juntamente com ela, uma nova realidade.
Para avaliar um grupo de alunos, antes de mais nada, precisa-se diagnosticar o conhecimento prévio da criança sobre determinado assunto. Para esse diagnóstico ser eficaz é necessário coletar dados essenciais para avaliar o que precisamos. Seg. Luckesi: “Dados essenciais são aqueles que estão definidos nos planejamentos de ensino, a partir de uma teoria pedagógica, e que foram traduzidos em práticas educativas nas aulas.”. É necessário ter bem definido o objetivo a ser alcançado e utilizar instrumentos adequados à realidade da criança para que se tenha sucesso no diagnóstico.
Os dados coletados devem refletir o exato momento em que se encontra o aprendizado do educando, pois somente assim o professor poderá elaborar um trabalho eficiente e direcionado àquele grupo de alunos.
Após coletado os dados, é fundamental qualificá-los para que possamos saber se o estado em que a criança se encontra é satisfatório ou não. Com base nos dados, o educador deverá ter clara a teoria que utiliza como suporte na sua prática pedagógica e o planejamento de ensino, pois ambos servirão de guia para sua prática de ensinar no decorrer do ano letivo.
A avaliação não termina com o diagnóstico do grupo de alunos, mas sim com muita dedicação e perseverança num caminho trilhado por todos em busca do melhor.